Após um pouco mais de dois meses desde o início da atual legislatura, o ex-governador do Distrito Federal (DF), Rodrigo Rollemberg (PSB), será diplomado nesta terça-feira (17) como deputado federal.
Rollemberg, que também estava como secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), foi eleito em 2022 com 51.926, mas a vaga foi ocupada por Gilvan Máximo (Republicanos), com 20.923 votos.
Isso se deve à soma de votos da coligação de esquerda, de Rollemberg, em comparação aos votos de Gilvan, dos Republicanos.
O problema, porém, não estava na soma de votos, mas na forma de distribuição das cadeiras menos votadas. O impasse foi resolvido judicialmente após a filha de Rollemberg, a advogada eleitoral Gabriela Rollemberg, demonstrar inconsistências no cálculo da distribuição das sobras.
Despedida
O ex-governador do DF deixou a Secretaria do MDIC na última sexta-feira (13). Ele fez, em seu último momento, um anúncio.
“Os fundos de investimento climático acabam de anunciar um financiamento de R$ 1,4 milhões na descarbonização da indústria. O Brasil foi o primeiro colocado entre 26 países em um projeto apresentado conjuntamente pelo MDIC, Fazenda e Minas e Energia”, destacou.
Mudanças pelo Norte
Para além disso, parlamentares da região Norte também são afetados. São eles:
- Silvia Waiãpi (PL-AP);
- Sonize Barbosa (PL-AP);
- Dr. Pupio (MDB-AP);
- Lázaro Botelho (PP-TO);
- Lebrão (União Brasil-RO);
- Professora Goreth (PDT-AP).
Em seus lugares, assumem:
- Paulo Lemos (PSOL-AP);
- André Abdon (Progressistas-AP);
- Aline Gurgel (Republicanos-AP);
- Tiago Dimas (Podemos-TO);
- Rafael Fera (Podemos-RO);
- Professora Marcivania (PCdoB-AP).