A Polícia Civil do Tocantins (PCTO), por meio da 2ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc – Araguaína), realizou uma operação para acabar com um ponto de venda de drogas em Araguaína.
O cumprimento de mandados de busca e apreensão aconteceu nos setores Lago Azul e Nova Araguaína. Durante a ação, cinco pessoas foram presas e foram apreendidas diversas drogas, como crack.
Estouro de ponte de venda de drogas
A Polícia Civil do Tocantins (PCTO) realizou uma operação para acabar com um ponto de venda de drogas em Araguaína, por meio da 2ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc – Araguaína).
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos setores Lago Azul e Nova Araguaína.
Segundo o levantamento da polícia, cinco pessoas foram presas, e foram apreendidas quantidades de dinheiro, armas ilegais e drogas como maconha, cocaína e crack. Também foram encontradas balanças de precisão e outros insumos.
Os agentes calculam que foram encontrados R$ 3,8 mil em espécie, várias porções de maconha (inclusive skunk), cocaína e crack, além de dois revólveres de calibres 38 e 22, uma arma de brinquedo e diversas munições.
Os cinco presos responderão pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.
Punição pelos crimes
O delegado da PCTO, José Anchieta de Menezes Filho, informou que as investigações para realizar a ação nesta quinta-feira (20) começaram no ano passado, depois de várias denúncias de que os locais funcionavam como ponto de venda de drogas.
Realizamos o monitoramento dessas residências, verificamos uma grande movimentação típica de boca de fumo e representamos pelos mandados de busca e apreensão. Devido a quantidade de drogas, a existência de insumos que configuram o crime de tráfico, as cinco pessoas presentes nesses pontos de venda de drogas, foram presas em flagrante.
José Anchieta de Menezes Filho, delegado da PCTO
O delegado também confirmou que um dos presos faz parte de uma facção paulista que tem ação em todo o país. Os cinco homens presos foram levados para a sede da 2ª Denarc, onde estão sendo ouvidos.
Após os procedimentos legais cabíveis eles serão encaminhados para a Unidade Penal de Araguaína, onde permanecerão à disposição da Justiça.