Em 2025, Roraima voltou a ocupar uma das últimas posições no Índice de Inovação dos Estados, ficando em 26º lugar no ranking nacional.
Em resumo, o levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia 27 estados em educação, ciência, tecnologia e economia, refletindo sua capacidade de gerar inovação e desenvolvimento.
Região Sudeste e Sul dominam o topo
São Paulo lidera o índice, seguido por Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Esses estados se mantêm no topo há três anos, reforçando o protagonismo do Sudeste e Sul na inovação nacional.
Os estados menos inovadores são Maranhão (27º), Roraima (26º), Amapá (25º), Acre (24º) e Tocantins (23º). Sendo todos do Norte e Nordeste, revelando desigualdades históricas.
Avanços e retrocessos no período 2021-2025
Entre 2021 e 2025, Mato Grosso do Sul subiu mais no ranking, chegando ao 11º lugar, seguido de Ceará, Alagoas e Acre com avanços significativos.
Maranhão teve a maior queda, recuando cinco posições, enquanto Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Mato Grosso e Amapá perderam duas cada.
Sobre o Índice de Inovação dos Estados
O Índice, em sua sétima edição anual, é elaborado pelo Observatório da Indústria Ceará, integrante da Rede de Observatórios do Sistema Indústria.
E ele avalia dois grandes eixos:
- Capacidades, recursos e infraestrutura necessários para gerar inovação
- Resultados impactos concretos da inovação em produtos, processos e negócios
Além disso, os 28 subindicadores formam 12 indicadores que permitem comparar estados, identificar melhorias e orientar políticas públicas e privadas.
Objetivos e impactos para o ecossistema inovador
Em suma, o levantamento busca fornecer uma visão abrangente sobre inovação nas cinco regiões brasileiras, auxiliando a concepção e a execução de políticas públicas e privadas.