Amazonense morto no Rio de Janeiro tinha vínculo com investigada por fuga de presos em Roraima

Redação Portal Norte

Gringo”, apontado como um dos líderes do Comando Vermelho (CV) no Amazonas, morto durante a megaoperação policial no Rio de Janeiro, mantinha amizade com Evelyn Lorrany, investigada por participar da fuga de quatro detentos do maior presídio de Roraima.

Um dia após a operação, Evelyn publicou vídeos em suas redes sociais manifestando pesar pela morte de Gringo, chamando-o de “meu amigo” e dizendo que faria falta. A Polícia Civil do Amazonas e do Rio seguem investigando as conexões entre os criminosos.

Líder do CV estava foragido e condenado por homicídio

Conforme informações da Justiça do Amazonas, Gringo estava foragido desde abril de 2024. Ele cumpria pena de 34 anos e 10 meses pelo assassinato de Samuel Paz de Andrade, ocorrido em 2021 durante conflito entre facções criminosas.

Natural de Eirunepé (AM), Gringo completou 32 anos um dia antes da operação.

Evelyn Lorrany é investigada por tráfico e auxílio a fugitivos

Evelyn, apelidada de “Porcelana”, é apontada pela Polícia Civil de Roraima como integrante do CV. Ela é investigada por ajudar na fuga de detentos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo e também responde por crimes de tráfico de drogas. Em 2023, foi condenada a cinco anos em regime aberto por tráfico e porte ilegal de armas.

Em junho de 2022, Evelyn e o então namorado, Thiago Lima dos Santos, conhecido como “TH da Zona Leste”, foram presos com cocaína, maconha, armas e munições. TH da Zona Leste, assassinado em julho de 2025 em Manaus, também era um dos principais líderes do CV na capital amazonense.

Com informações do G1*