EUA atacam Mais Médicos; ministro reforça: ‘saúde e soberania não se negociam’

Redação Portal Norte

O governo dos Estados Unidos (EUA) revogou na última quarta-feira (13) os vistos de Mozart Júlio Tabosa Sales, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e de Alberto Kleiman, ex-integrante da pasta. 

Os dois participaram da criação e operacionalização do programa Mais Médicos, criticado pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. 

“O Mais Médicos foi um golpe diplomático inconcebível de ‘missões médicas’ estrangeiras”, afirmou.

Rubio justifica a medida como um endurecimento de medidas tomadas por Washington contra o regime de Cuba, de onde vieram vários profissionais da área de saúde para trabalhar no Brasil.

Ministro se pronuncia

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o programa. Em publicação no X, Padilha disse que o Mais Médicos “salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira”.

Ele comparou a situação de ataques com o Pix, também alvo de críticas recentes do governo Trump.

“Seguiremos firmes em nossas posições: saúde e soberania não se negociam. Sempre estaremos do lado do povo brasileiro”, expressou.