O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a remoção da tornozeleira eletrônica de uma mulher acusada de envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
A decisão, divulgada nesta segunda-feira (23), e assinada na última quarta-feira (18), foi motivada pela gravidez de alto risco da ré.
A acusada, Rieny Munhoz Marçula, enfrenta um processo no qual Moraes já votou pela sua condenação a 17 anos de prisão.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) a acusou de invadir e danificar os prédios do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional, além de usar violência e substâncias inflamáveis.

A Polícia Federal (PF) identificou uma postagem em rede social na qual Rieny convocava uma caravana de Campinas (SP) para Brasília sob o lema “Tomada de Brasília”.
Apesar da remoção da tornozeleira, outras medidas cautelares impostas a Rieny permanecem em vigor.
Ela está proibida de sair da comarca e do país, de usar redes sociais e de se comunicar com outros envolvidos nos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023.
*Com informações de CNN