Em Portugal, no XIII Fórum de Lisboa, conhecido por “Gilmarpalooza”, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), discutiram a crise gerada pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
A situação se dá pelo decreto que aumentaria o imposto, que foi posteriormente revogado e se tornou alvo de ações judiciais.
Moraes, escolhido relator da ação, informou que está analisando os pedidos feitos ao STF por diversas partes e que pretende convidar líderes legislativos para discutir soluções alternativas. Hugo e Davi consideram positiva a alternativa, mas o presidente Lula ainda não indicou se apoia a saída.
Possibilidade
Em meio ao debate, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) propôs uma alternativa: que os parlamentares renunciem às suas emendas parlamentares para evitar que o governo eleve o tributo.
A deputada criticou o que chamou de “privilégios fiscais” de gestões anteriores de direita, defendendo que o atual governo não está gastando excessivamente, mas agindo com “responsabilidade” com a população.
No entanto, a sugestão de Maria do Rosário encontra resistência. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) rebateu a ideia, afirmando que o Congresso Nacional não havia se comprometido a aprovar um aumento do IOF sem que houvesse, em contrapartida, um corte de gastos.
Para ele, é uma “falácia” dizer que o IOF não impacta diretamente o contribuinte.
*Com informações CNN