O corpo de José Paulo Couto, um empresário de 75 anos, foi descoberto na tarde da última quinta-feira (10), às margens do Rio Lontra, sob uma ponte em Araguaína, norte do Tocantins. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o corpo estava envolto em panos.
A Polícia Militar (PM) localizou a vítima após uma denúncia anônima. Devido ao difícil acesso ao local, o Corpo de Bombeiros precisou usar escadas e cordas para auxiliar na remoção do corpo.

A descoberta do corpo de José Paulo Couto foi resultado de uma investigação iniciada pela Polícia Militar. A corporação foi acionada via COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) para verificar o abandono de um veículo no Setor Dom Orione.
Carro da vítima teve a placa adulterada
O carro, um Renault Oroch que pertencia à vítima, teve a placa adulterada com fita isolante. A Polícia Científica realizou a perícia no local e o veículo foi levado para a DEIC (Delegacia Estadual de Investigações Criminais).
Empresário estava desaparecido há mais de 24 horas
José Paulo Couto, o empresário de 75 anos encontrado morto em Araguaína, estava desaparecido por mais de 24 horas antes de seu corpo ser descoberto.
A família informou que a última vez que ele foi visto foi por volta das 10h30 de quarta-feira, 9 de julho, no setor Manoel Gomes da Cunha, perto da estátua do Cristo Redentor.
Bombeiros e perícia atuaram no resgate do corpo
O Corpo de Bombeiros foi acionado pela Polícia Militar para auxiliar no resgate do corpo de José Paulo Couto. Em conjunto com a Perícia Oficial, os bombeiros planejaram a operação e, com sucesso, o corpo foi içado e deixado em um local acessível para os procedimentos legais.
Até o momento, ninguém foi preso
O corpo de José Paulo Couto foi levado ao Núcleo de Medicina Legal para os exames de necropsia, que são cruciais para confirmar oficialmente a identidade da vítima e determinar a causa da morte. Até o momento, as autoridades não efetuaram nenhuma prisão relacionada ao ocorrido.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP), esclareceu que a 2ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) é a responsável pela investigação do caso.