Permanência de líderes do PCC em prisão federal é prorrogada até 2023

Justiça de São Paulo determina que líderes do PCC continuarão detidos em presídios federais até janeiro de 2023.
Redação Portal Norte

Quinze líderes da facção criminosa, do Primeiro Comando da Capital (PCC), continuarão detidos em presídios federais. Informou a justiça de São Paulo. 

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Os presídios são administrados pelo Departamento Penitenciário Nacional.

O prazo de permanência da alta cúpula da maior facção criminosa do Brasil em unidades federais vence em janeiro de 2022. O juiz-corregedor Paulo Eduardo de Almeida Sorci, do (Departamento Estadual de Execução criminal-1 (Deecrim-1 ) é favorável à renovação até janeiro de 2023.

O magistrado, Paulo Sorci, já analisou e deferiu a prorrogação da internação de 4 dos 15 líderes do PCC. São eles Júlio César Guedes de Moraes, o Julinho Carambola; Daniel Vinicius Canônico, o Cego; Lucival de Jesus Feitosa, o Val do Bristol; e Patric Velington Salomão, o Forjado.

O juíz deve decidir nos próximos dias os pedidos de renovação da permanência dos outros 11 líderes restantes.

Nos meios advocatícios e no sistema carcerário do Estado de São Paulo, a prorrogação já é dada como certa.

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