Nove pessoas serão processadas por tráfico de drogas, associação criminosa, posse ilegal de arma e falsidade ideológica no Tocantins.
A ação, entre novembro de 2024 e abril de 2025, apreendeu uma grande carga de drogas: 556 kg de cocaína em um caminhão de melancias e mais 14 tabletes de cocaína e maconha em uma chácara.
O juiz da 1ª Vara Criminal de Porto Nacional (TO) Alessandro Hofmann Teixeira Mendes, aceitou a denúncia e determinou a citação dos réus.
Prazo para os réus apresentarem suas defesas
Eles terão um prazo de dez dias para apresentar suas defesas por escrito, indicando provas e até oito testemunhas.
As acusações são resultado de uma operação da Polícia Federal e da Ficco que investigou uma célula do PCC e do grupo “Amigos do Estado” (ADE).
Envolvimento com o Tráfico de Drogas
De acordo com o processo, o líder da facção, de 50 anos, e outros três réus seriam responsáveis por receber a droga por via aérea e distribuí-la no Tocantins, Pará, Goiás e Bahia.
Outros dois homens respondem por envolvimento no transporte da carga.
Esquema de armas e falsidade ideológica
A investigação também revelou um esquema de armas. Um policial civil e um vigilante são acusados de registrar armas ilegalmente para o grupo, enquanto outro réu teria forjado um boletim de ocorrência de furto para proteger o armamento de apreensões.