A Polícia Civil de Roraima (PCRR) realizou, na manhã de quarta-feira (19), a segunda etapa da Operação Afluência, que busca esclarecer o homicídio do foragido Antony Kamil Vivas Mendoza, ocorrido em setembro de 2025.
Mesmo com a mobilização das equipes, os policiais não localizaram os três suspeitos, todos venezuelanos. Contudo, eles têm prisão temporária decretada e permanecem procurados.
A nova fase da operação intensifica as apurações sobre o possível envolvimento dos investigados com facções criminosas que atuam na capital.
Documentos e eletrônicos na perícia
Durante as buscas, os agentes apreenderam documentos e aparelhos eletrônicos que agora passam por perícia.
De acordo com a Delegacia Geral de Homicídios (DGH), o material pode trazer informações decisivas não apenas para o esclarecimento do homicídio de Antony Kamil, mas também para outras investigações em curso.
Mandados cumpridos em cinco bairros da capital
As equipes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em diferentes regiões de Boa Vista, incluindo os bairros Canarinho, Araceli, Senador Hélio Campos, São Bento e Cambará.
Relembre o homicídio de Antony Kamil
O venezuelano Antony Kamil Vivas Mendoza, de 27 anos, abriu o portão de casa na noite de 22 de setembro e, em seguida, homens armados o atacaram a tiros no bairro Senador Hélio Campos.
Dois homens em uma motocicleta se aproximaram e efetuaram os disparos. Ferido, socorristas o levaram ao Hospital Geral de Roraima (HGR), onde ele passou por cirurgia, mas morreu no dia seguinte.
Durante o atendimento, a Polícia Militar de Roraima (PMRR) constatou que havia um mandado de prisão em aberto contra ele por tráfico de drogas. Antony trabalhava como garimpeiro e estava foragido da Justiça.
Portanto, as equipes continuam procurando os suspeitos, e a PCRR anuncia que realizará novas diligências nos próximos dias.