Mesmo em processo de recuperação de uma pneumonia, o Papa Francisco aprovou um trabalho de três anos para que sejam consideradas reformas na Igreja Católica global.
A reforma da Igreja Católica para que ela seja uma instituição mais acolhedora e responsiva é uma das prioridades do papado de Francisco.
Trabalhando no hospital Gemelli, onde está internado há cinco semanas, o pontífice aprovou o processo de implementação das mudanças.
O escritório do Vaticano para o sínodo, ou reunião de bispos, divulgou um cronograma até 2028 para concretizar a reforma.
Papa Francisco é conhecido por um pontificado menos conservador.
Entre as medidas mais inclusivas está a ampliação do Sínodo dos Bispos, uma iniciativa que discutiu reformas como a possibilidade de mulheres servirem como diaconisas católicas e uma melhor inclusão de pessoas LGBTQ na igreja.
Melhora no quadro
Nesta sexta-feira (14), o Vaticano anunciou que forneceria atualizações médicas sobre o papa com menos frequência, após o “desenvolvimento positivo” do quadro.
Nesta semana, os médicos informaram que o pontífice de 88 anos não está mais em estado crítico — mas enfatizaram que, ainda assim, as condições de saúde continuam complexas.
Histórico de saúde
O Papa Francisco chegou a precisar de transfusão de sangue, além da aplicação de “oxigênio de alto fluxo”.
O pontífice, de 88 anos, está internado em um hospital em Roma para tratamento de uma bronquite persistente.
Desde que assumiu o pontificado em 2013, o papa enfrentou diversos problemas de saúde. Entre eles, estão as dores no joelho e no quadril, além de uma cirurgia abdominal.
Em 2023, ficou hospitalizado por três noites devido a uma bronquite e respondeu bem ao tratamento com antibióticos.