Qual conselho você daria para Gusttavo Lima e Pablo Marçal? Esse foi o questionamento de Marçal nas redes sociais.
Possíveis candidatos para a presidência da república em 2026, eles estiveram reunidos na última quinta-feira (13), em Miami, para mostrar planos que possuem para o Brasil. Ambos sugeriram que o país não é o ideal e que querem fazer transformações.
“Chegamos a uma conclusão: podemos ir embora do Brasil e viver uma vida maravilhosa com a família, mas o coração dói em pensar que pode ser a chance dos brasileiros de mudar de vida para sempre. Existe um amor pelo povo e pelo chamado do brasileiro”, desabafou Marçal.
Projetos alinhados
No caminho de já apresentarem trabalhos pela população, Lima e Marçal anunciarão projeto que vai “virar uma chave absurda no povo”, segundo Marçal.
Ele assegurou ainda que “vai abalar as estruturas da política nacional”. A intenção deles é que a mudança comece pelo Nordeste.
Levantamento
Uma pesquisa da Quaest, divulgada no último dia 3, mencionou os nomes do cantor e do ex-coach. Na ocasião, Gusttavo Lima apareceu em todos os quatro cenários, pontuando entre terceiro e segundo lugar, alternadamente.
Marçal foi exibido em três cenários, ficando em quarto e em segundo lugar, respectivamente.
Impedimentos e perspectivas
Em 2022, Marçal tentou se candidatar também para a presidência, mas teve candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Já em 2024, enquanto estava em campanha para a prefeitura de São Paulo (SP), em setembro passado, Marçal declarou que “se Lula morre, porque ninguém dura para sempre, eu viro candidato a presidente”.
Apesar de resultados de pesquisas e intenções de possíveis candidatos, especialistas apontam que é preciso manter os pés no chão.
O consultor político Caio Manhanelli comenta que a realidade é muito incerta ainda.
“O que eu sempre digo sobre as eleições brasileiras é que não adianta ficar pensando só em votos, principalmente agora. Todas as pesquisas que são feitas agora são chamadas de recall, porque até chegarem as eleições, isso pode mudar”, afirmou.