Os holofotes nesta terça-feira (2) se voltam ao Supremo Tribunal Federal (STF) que realiza o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros réus na ação que trata de tentativa de golpe.
Com esquema de segurança reforçado em Brasília, o momento conta com uma previsão de duração de 27 horas, com as seguintes sessões:
- 2 de setembro, terça-feira, 9h às 12h (Extraordinária);
- 2 de setembro, terça-feira, 14h às 19h (Ordinária);
- 3 de setembro, quarta-feira, 9h às 12h (Extraordinária);
- 9 de setembro, terça-feira, 9h às 12h (Extraordinária);
- 9 de setembro, terça-feira, 14h às 19h (Ordinária);
- 10 de setembro, quarta-feira, 9h às 12h (Extraordinária);
- 12 de setembro, sexta-feira, 9h às 12h (Extraordinária);
- 12 de setembro, sexta-feira, 14h às 19h (Extraordinária).
Mas, como ocorre o processo?
A decisão acontece entre condenação e absolvição. O ministro Alexandre de Moraes fará a leitura do relatório final do processo. Neste documento deve conter todas as etapas do processo envolvendo os réus.
Na sequência, os advogados dos réus apresentam as defesas. Como Mauro Cid é o delator no processo, os advogados dele começam com a sustentação.
Após a defesa de Cid, em ordem alfabética dos acusados, os advogados dos demais réus fazem as defesas.
Somente após todas as manifestações, o relator apresenta seu voto e pede a condenação ou a absolvição dos réus, de forma individual. O ministro deve propor uma pena para cada um deles.
Na sequência, votam os demais ministros, em ordem crescente de antiguidade no Tribunal:
- Flávio Dino;
- Luiz Fux;
- Cármen Lúcia;
- Cristiano Zanin.