Investigações da Polícia Federal (PF) apontam que as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram ainda no governo de Jair Bolsonaro (PL). Nas redes sociais, comentários seguem alertando para o envolvimento da antiga gestão do Executivo, como o de uma internauta que se mostra indignada com as descobertas.
VEJA ESSE VÍDEO ATÉ O FINAL E DESCUBRA QUE BOLSONARO JÁ SABE DE TODA A ROUBALHEIRA NO INSS DESDE O INÍCIO E NUNCA FEZ NADA, CRIMINOSO, SAFADO MESMO.https://t.co/SFBM90L89Q
— MITO NA JAULA!🚩🚩🚩🚩 (@Salonezebotoria) May 8, 2025
Ex-presidente eliminado
Endossando esse pensamento, mais uma ação foi executada sobre os escândalos em cima de gente próxima ao ex-presidente.
Na manhã desta quinta-feira (8), o Ministério da Previdência Social exonerou o coordenador-geral de Estudos Estatísticos, Atendimento e Relacionamento Institucional, Guilherme Serrano. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Serrano foi presidente do INSS entre abril de 2022 e janeiro de 2023, durante gestão de Bolsonaro. O ex-presidente é citado no inquérito da PF que apura os descontos ilegais de aposentados e pensionistas.
A PF aponta “potencial conflito de interesses” no comparecimento de diretores do INSS a assembleia e eventos realizados pela Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA).
Autoridades afirmam ainda que Serrano o foi o responsável pela assinatura do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o INSS e a CBPA autorizando os descontos associativos.
*Com informações de CNN