Um alpinista da Malásia foi resgatado com ferimentos leves no Monte Rinjani, na Indonésia, na última sexta-feira (27), após sofrer um acidente durante a trilha que leva ao Lago Segara Anak.
O episódio aconteceu na mesma semana em que a brasileira Juliana Marins faleceu em outra parte da montanha, após cair de uma altura de 600 metros.
O turista, identificado pelas iniciais NAH, escorregou em uma área árida e rochosa, a 200 metros de uma ponte que dá acesso ao lago, um dos pontos turísticos do parque. A região onde ele caminhava estava liberada para visitação.
O resgate foi acionado por meio de grupos de escalada no WhatsApp, de acordo com o chefe da Agência do Parque Nacional do Monte Rinjani.
O alpinista foi retirado da montanha por uma rota de emergência e levado a um centro de saúde local, onde os médicos encontraram apenas escoriações na cabeça.
Após avaliações, ele voltou a se juntar ao seu grupo e seguiu com a viagem, visitando cachoeiras da região.
Áreas diferentes
O acidente ocorreu em um espaço distinto ao de Juliana. A jovem brasileira caiu no último sábado (21) enquanto tentava chegar ao topo do Rinjani – o segundo vulcão mais alto da Indonésia, com 3.726 metros de altura.
O corpo de Juliana foi erguido cinco dias após o acidente, depois de uma operação de resgate.
A rota que leva ao topo do vulcão, onde ocorreu a queda de Juliana, havia sido temporariamente fechada para visitação no dia 24 de junho e reaberta neste sábado (28).
*Com informações de Metrópoles