O Governo Federal deu início à cobrança de valores pagos indevidamente pelo auxílio emergencial. A partir desta sexta-feira (21), cidadãos que receberam o benefício sem atender aos critérios exigidos precisarão devolver o dinheiro.
O auxílio emergencial foi criado para apoiar trabalhadores informais, microempreendedores e pessoas de baixa renda durante a pandemia de Covid-19. O benefício foi pago em cinco parcelas de R$ 300 ou R$ 600, dependendo da composição familiar.
Entretanto, após uma revisão, o governo identificou que algumas pessoas receberam o pagamento de maneira indevida. Agora, esses cidadãos estão sendo notificados sobre a necessidade de devolução do valor recebido.
Como funciona a cobrança?
O governo divulgou um comunicado oficial explicando o processo de cobrança. Veja os principais pontos:
- Os cidadãos que precisam devolver o benefício estão sendo notificados por SMS, e-mail ou pelo aplicativo Notifica.
- É possível consultar a situação no sistema VEJAE, disponível desde o dia 6 de março.
- Para acessar a plataforma, basta entrar com a conta Gov BR, informando CPF e senha. Caso o usuário ainda não tenha cadastro, é possível criá-lo no momento do acesso.
- Quem for convocado para a devolução deverá seguir as instruções enviadas pelo governo para efetuar o pagamento.
E se o dinheiro não foi devolvido?
Quem não regularizar a situação poderá ter a dívida inscrita na União, o que pode impactar futuras operações de crédito e gerar outras restrições financeiras.
A recomendação é que os cidadãos verifiquem sua situação o quanto antes e sigam as orientações do governo para evitar complicações.