Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) que possuem crédito consignado agora podem contar com novas condições para refinanciamento.
As mudanças incluem ajustes nas taxas de juros, prazos estendidos para pagamento e novas regras que visam proporcionar mais flexibilidade e segurança financeira aos benefícios.
O governo federal anunciou a ampliação do período de pagamento da dívida de 84 para 96 meses, oferecendo aos beneficiários mais flexibilidade no pagamento da modalidade de crédito com as menores taxas de juros do mercado.
Qual o novo prazo e a regra para refinanciamento do crédito consignado INSS?
Para essa nova modalidade, o INSS permite que o beneficiário comprometa até 45% do valor de sua aposentadoria, pensão ou benefício do BPC. Deste montante, 35% podem ser direcionados ao empréstimo pessoal, 5% ao cartão de crédito consignado e 5% ao cartão de benefício.
Com a ampliação do prazo, esses limites permanecem, mas com a possibilidade de renegociar as condições para reduzir os valores das parcelas mensais.
Isso pode ser uma alternativa importante para quem busca equilibrar o orçamento, principalmente em tempos de inflação elevada e aumento do custo de vida.
Qual o impacto da ampliação do prazo nos juros do crédito consignado no INSS?
Com a mudança nas condições do empréstimo, os juros também estão em destaque. A taxa mínima de juros para empréstimos consignados do INSS foi fixada em 1,80% ao mês.
Para o cartão de crédito consignado e o cartão benefício, a taxa máxima é de 2,46% ao mês.
Embora os juros do empréstimo consignado sejam mais baixos do que outras formas de crédito, vale a pena que os beneficiários se atentem ao custo total da dívida, principalmente se estiverem considerando o refinanciamento ou a contratação de mais crédito.
O que é refinanciamento de crédito consignado do INSS?
Ao considerar o refinanciamento do empréstimo consignado, os beneficiários devem ter em mente que o número de parcelas pode ser aumentado, mas isso também resultará em um custo maior ao longo do tempo.
Embora as parcelas possam ficar menores, o prazo maior implica no pagamento de mais juros, o que pode aumentar o valor total da dívida.