A cunhã-poranga do Boi Garantido, Isabelle Nogueira, comemorou ao lado do coreógrafo Ale Vellas a nota máxima conquistada na primeira noite do Festival de Parintins 2025, com a apresentação que marcou sua transmutação em Tapiraiauara — uma das mais comentadas (e criticadas!) da noite.
Nos dias seguintes ao festival, Isabelle foi alvo de críticas nas redes sociais, especialmente em relação ao visual e à concepção estética da performance.
Isabelle Nogueira ironiza críticas
Muitos questionaram o design adotado para a Tapiraiauara, símbolo de força e renovação na cultura amazônica, e teve até quem a apelidasse de “tigrinho”!
Após o anúncio da nota máxima, Isabelle reencontrou o coreógrafo e não poupou elogios — nem indiretas.
“Você arrasou, Tigrinho!”, ironizou a ex-BBB. Ale respondeu no mesmo clima: “Falaram isso pra mim. Aí eu falei assim: ‘Bicho, o Tigrinho foi nota máxima!'”.
O que é Tapiraiauara?
A primeira noite do Festival de Parintins 2025 foi marcada por um dos itens mais esperados da noite: a cunhã-poranga Isabelle Nogueira. Ela protagonizou uma transmutação na arena, se transformando na lendária Tapiraiauara, figura do folclore amazônico.
De acordo com a tradição popular, a Tapiraiauara é um ser híbrido, com corpo de anta e cabeça de onça, ou vice-versa, que habita as florestas do Norte.
A transformação de Isabelle aconteceu ao som da toada “Isa-a-bela”, interpretada por David Assayag, enquanto ela descia de uma alegoria vestida com um figurino nas cores vermelho e amarelo.