O custo da cesta básica em agosto de 2025 mostra diferenças significativas entre capitais do Norte e Nordeste, refletindo a oscilação de preços de produtos essenciais e o impacto direto no bolso das famílias.
Entre as capitais pesquisadas, Palmas lidera com a cesta mais cara no norte do Brasil, custando R$ 720,45, seguida por Boa Vista (R$ 693,84) e Belém (R$ 687,30). No outro extremo, João Pessoa e Campina Grande, no nordeste, registraram os preços mais baixos.
Itens que mais pesaram na cesta básica
Os itens que mais subiram nas capitais foram a banana, com alta expressiva em Brasília (+21,7%) e Porto Velho (+10,9%), e o tomate, que disparou em Macapá (+9,17%) e Palmas (+2,6%).
A carne bovina também apresentou aumentos pontuais em Manaus (+0,69%) e Rio Branco (+2,26%).
Já os produtos que mais caíram incluem o tomate, com queda intensa em Brasília (-26,83%) e João Pessoa (-24,02%), o arroz agulhinha, que recuou em João Pessoa (-29,09%), Belém (-25,68%) e Porto Velho (-21,65%), e o café em pó, com redução em João Pessoa (-4,79%) e Manaus (-2,59%).
Para as famílias, essas variações significam que produtos essenciais continuam impactando significativamente o orçamento, mesmo quando alguns itens apresentam queda.
Enquanto arroz, feijão e açúcar aliviam o custo total da cesta, aumentos em banana, carne e tomate pressionam os gastos mensais, sobretudo em capitais com cestas mais caras.
Capitais e o preço médio de suas cestas básicas em agosto

- Palmas: R$ 720,45
- Boa Vista: R$ 693,84
- Belém: R$ 687,30
- Macapá: R$ 672,50
- Manaus: R$ 657,22
- Rio Branco: R$ 641,27
- Porto Velho: R$ 631,28
- João Pessoa / Campina Grande: R$ 622,08