Suspeitos de torturar e matar jovem em Manaus são procurados pela polícia

Redação Portal Norte

A polícia procura pelos suspeitos de matar a facadas o jovem Kaik Rener Marques Pereira, de 20 anos, que desapareceu no dia 3 de dezembro de 2024 na comunidade Valparaíso, bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus.

Duas pessoas já estão presas pelo crime, agora as buscas seguem por Jhon Erick Menezes de Araújo, conhecido como “Macaquinho”, e Vitor Isaías Soares Damasceno, o “Vitinho”. De acordo com a polícia, a dupla foi quem executou o homicídio da vítima.

Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), os suspeitos levaram Kaik a uma área de mata, torturam e o mataram a facadas. Em seguida, jogaram o corpo do jovem na Reserva Florestal Adolpho Ducke, zona Norte de Manaus, onde a polícia encontrou nesta terça-feira (18).

A Polícia Civil do Amazonas pede ajuda para encontrar “Macaquinho” e de ‘Vitinho”, quem tem informações deve enviar pelos números (92) 98118-9535, disque-denúncia da DEHS, ou pelo 181, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM).

Momento em que a polícia encontra o corpo do jovem.

Jovem morto em dezembro de 2024

De acordo com a delegada Deborah Barreiros, da DEHS, dois homens abordaram a vítima ao sair de um serviço em uma residência no Jorge Teixeira.

“Quando Kaik estava saindo do local para casa, foi abordado por homens que passaram a fazer questionamentos a ele, e a manusear o celular dele. A partir disso, eles viram uma foto dele em uma rede social, interpretaram que ele seria de uma organização criminosa rival e o condenaram à morte”, contou a delegada.

Jovem Kaik Rener Marques Pereira, de 20 anos, morto em Manaus. – Foto: Reprodução.

Presos em Manaus

Nesta terça-feira (18), a PC-AM prendeu Fabiana Souza dos Santos, 29, e Miqueias Manrick Alves da Silva, 25, conhecido como ‘Pulga’, por envolvimento no crime. Além disso, eles que contaram à polícia sobre a localização do corpo.

“A Fabiana e o Pulga foram os responsáveis pela vigilância do jovem até a chegada aos executores. Com a prisão da dupla, conseguimos chegar à localização precisa do cadáver do Kaik”, finalizou a delegada Deborah Barreiros.