UBSs ribeirinhas e fluviais do Amazonas recebem ministra da Saúde; veja anúncios previstos

Redação Portal Norte

A Unidade Básica de Saúde Ribeirinha da Comunidade Nossa Senhora de Fátima, na zona rural de Manaus, e a Unidade Básica de Saúde Fluvial, fixada na comunidade, recebem nesta quarta-feira (5) a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

O objetivo da agenda é anunciar o custeio das equipes de Saúde da Família Ribeirinha. Em 2024, o financiamento dessas equipes foi de R$ 168,1 milhões, com 310 profissionais em ação. 

O Ministério da Saúde estima que até o fim de 2025 se tenha uma ampliação, chegando ao número de 340, com profissionais bem atuantes, inclusive no Amazonas.

Dados do Ministério apontam que o estado é destaque nesse tipo de atendimento. 

Análise da Unidade Básica de Saúde da Comunidade Nossa Senhora de Fátima:

  • 500 atendimentos mensais à população local;
  • Mais de 30 profissionais dedicados em garantir bem-estar a 635 famílias e a 2,4 mil pessoas;
  • Assistências médica cercada por enfermeiros e cirurgiões-dentistas.

Destaques da Unidade Básica de Saúde Fluvial:

  • Equipes acompanham rotineiramente 820 famílias e 2,6 mil pessoas da região por meio da atenção básica;
  • Uma média de 800 pessoas circulam em cada viagem na unidade;
  • A Unidade conta com laboratório para realização e entrega de exames.

Trabalho de relevância

Clínico geral, o médico Luiz Alberto Motta comemora essas melhorias em regiões mais distantes. 

“É essencial pensar que nem todo mundo possui condições de frequentar os melhores médicos, então equipes preparadas em comunidades ribeirinhas facilitam todo um processo de acesso à saúde, que é, vale lembrar, um dos direitos básicos e fundamentais previsto pela Constituição”, afirma. 

A pasta da Saúde, por sua vez, esclarece que a ação é democrática, com promoção da igualdade. 

“Ao promover um financiamento mais adequado, com o aumento no custeio das equipes de Saúde da Família Ribeirinha, o Ministério da Saúde fortalece o trabalho multiprofissional, enfrenta as desigualdades em saúde e garante assistência de qualidade para as necessidades específicas das populações do campo, das florestas e das águas”, diz.