Um homem, de 26 anos, foi detido em flagrante no sábado (25), no bairro Estação Experimental, em Rio Branco, suspeito de abusar sexualmente, agredir e ameaçar de morte a babá, de 19 anos, de seu filho.
A vítima relatou à polícia que foi estuprada pelo suspeito, e as evidências apresentadas reforçaram a denúncia. Em sua defesa, o homem afirmou que o ato sexual foi consensual, mas o depoimento da mulher e as provas coletadas contradizem essa versão.
Histórico criminal e prisão
Por meio de nota a Polícia Civil do Acre (PCAC), informou:
“O homem foi indiciado pelo crime e, após a prisão em flagrante, a autoridade policial representou pela conversão para prisão preventiva, medida que aguarda decisão judicial. Além disso, o suspeito já era monitorado por tornozeleira eletrônica e responde a processos por crimes contra o patrimônio”.
Após ser localizado por policiais militares do Tático do 1º Batalhão, ele foi encaminhado à Deam, onde foi autuado pelo crime de estupro. A autoridade policial solicitou a conversão da prisão em flagrante para preventiva, medida que aguarda decisão judicial.
O caso está sob investigação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
Como denunciar violência doméstica?
É essencial que todas as formas de violência contra a mulher sejam denunciadas para garantir um ambiente seguro e livre de abusos.
Diversos meios estão disponíveis para denunciar casos de violência contra a mulher, seja presencialmente ou à distância. Confira alguns dos principais canais:
- Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher: Serviço gratuito e disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, em todo o Brasil. Através desse número, é possível fazer denúncias, esclarecer dúvidas e obter informações sobre direitos.
- Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM): Essas delegacias são voltadas ao atendimento de mulheres vítimas de violência, oferecendo apoio psicológico e assistência jurídica.
- Ministério Público: Responsável pela promoção da justiça, o Ministério Público pode atuar em casos de violência contra a mulher.
- Defensoria Pública: A Defensoria Pública oferece orientação jurídica gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade.
- Conselhos Tutelares: Em situações de violência envolvendo crianças e adolescentes, os conselhos tutelares devem ser procurados.
- Organizações Não Governamentais (ONGs): Diversas ONGs trabalham com a temática da violência contra a mulher e oferecem apoio, orientação e assistência às vítimas.
- Aplicativo Direitos Humanos Brasil: Através deste aplicativo, é possível realizar denúncias de maneira anônima e segura.