“Há 1 ano e meio, eu estava falida”, revela Gue Oliveira, cabeleireira que teve a vida transformada após vídeo viralizar

Redação Portal Norte

Gue Oliveira, 37 anos, cabeleireira conhecida nas redes sociais pela trend “de virais de “transformação às cegas”, participa do Norte Entrevista desta segunda-feira (5).

A catarinense com milhões de seguidores no Instagram e no TikTok revela que mudou-se para o Rio de Janeiro, há 13 anos, com apenas 1 mil reais e o objetivo de trabalhar com Turismo. Não conseguiu uma oportunidade no ramo e, para sobreviver, foi vendedora, faxineira e caixa de restaurante.

Há 9 anos, após pedido inesperado de uma pessoa que gostava de como Gue cortava o próprio cabelo utilizando uma navalha, teve o primeiro cliente e nunca mais parou. Mas enfrentou muitas dificuldades, chegando a trabalhar só para comer e pagar o aluguel de uma casa na periferia, no valor de R$ 250.

Há 1 ano e meio, Gue estava falida, mas decidiu seguir o conselho da melhor amiga, Aline, também cabeleireira e primeira funcionária. Gravou um quadro de transformação às cegas para as redes sociais. A reação de uma cliente, Rafa, de 17 anos, ganhou a Internet, outros viralizaram e Gue só vem crescendo.

Com mais de 7 milhões de seguidores, entre Instagram e TikTok, Gue Oliveira estreou na televisão em novembro de 2023. Ao lado de Rossano Ferretti, comanda o “Hairstyle: The Talent Show”, reality show do Discovery Home & Health que busca encontrar o próximo grande cabeleireiro do Brasil.

Assista à entrevista completa:

Destaques da entrevista:

Dificuldades do início:

“Às vezes eu pegava ônibus, metrô e van pra chegar na casa de um cliente e voltar com o dinheiro da comida”.

O vídeo que mudou a vida da Gue:

“O Instagram tinha 80 mil seguidores. No outro dia, eu acordei e tinha 200 mil. No TikTok, eu tinha 7 mil seguidores e acordei com 300 mil seguidores, tudo por conta desse vídeo da Rafa. De repente, eu não parei mais e comecei a viralizar, e foi um vídeo atrás do outro”.

Conquistas

“A garota que chegou aqui, lá atrás, ela não tinha dinheiro pra comer e hoje eu posso entrar em um restaurante e escolher o prato que eu quero comer. Não é sobre ter coisas, mas é sobre você não só sobreviver mais, e sim passar a viver. Hoje eu digo que eu vivo”.