O caso do rapper Hungria Hip Hop, internado desde quinta-feira (2), ganhou uma nova reviravolta após a divulgação dos primeiros laudos da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Conforme a investigação, as amostras da vodca ingerida pelo artista não continham metanol, substância altamente tóxica que vinha sendo associada ao caso. No entanto, uma das garrafas analisadas foi confirmada como falsificada.
Atualizações sobre a Hungria
Hungria permanece em tratamento no Hospital DF Star, em Brasília.
Segundo o médico assistente Leandro Machado, o cantor apresentou sintomas como visão turva, mas já passou por avaliação oftalmológica e não corre risco de cegueira.
A equipe médica informou ainda que o atendimento rápido foi essencial para evitar complicações.
Investigações em andamento
Na próxima semana, a Polícia Civil deve ouvir os comerciantes que venderam as bebidas ao artista. Foram recolhidas amostras tanto das bebidas consumidas pelo cantor quanto de lotes encontrados em uma distribuidora e em um supermercado da capital federal.
O material está em análise no Instituto de Criminalística.
A investigação também levou à interdição da distribuidora Amsterdan, localizada em Vicente Pires, apontada como fornecedora das bebidas consumidas por Hungria. O local não possuía licença de funcionamento e havia indícios de venda de produtos clandestinos.
Todo o estoque suspeito foi apreendido pelas autoridades.