Trump retorna a Washington após operação dos EUA na Venezuela

Presidente dos EUA acompanhou operação militar que resultou na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores.
Redação Portal Norte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retorna neste domingo (4) a Washington, após acompanhar diretamente a operação militar realizada em território venezuelano que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

De acordo com a agenda oficial da Casa Branca, Trump deixou a Flórida rumo à capital norte-americana, mas o horário exato do desembarque não foi divulgado.

Operação dos EUA teve como alvo o governo venezuelano

A ofensiva ocorreu no sábado (3) e envolveu ataques coordenados em diferentes regiões da Venezuela. A ação culminou na captura de Nicolás Maduro, apontado pelas autoridades norte-americanas como líder do chamado Cartel de los Soles, organização recentemente classificada pelos Estados Unidos como grupo terrorista internacional.

A operação também resultou na prisão de Cilia Flores, esposa do presidente venezuelano.

Trump acompanhou a ação a partir da Flórida

Durante a ofensiva, Trump estava em Mar-a-Lago, seu clube privado localizado na Flórida. Segundo informações divulgadas pTrump retorna a Washington após operação dos EUA na Venezuelaela própria Casa Branca, o presidente acompanhou o andamento da operação em tempo real e chegou a se pronunciar publicamente horas depois, em entrevista coletiva.

Imagens divulgadas nas redes oficiais mostram Trump observando o ataque a partir de uma sala reservada no local.

Maduro é transferido para prisão em Nova York

Após a captura, Nicolás Maduro foi levado aos Estados Unidos e permanece detido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, em Nova York. A unidade é conhecida por abrigar presos de grande repercussão internacional e conta com mais de 1,3 mil detentos.

A prisão do presidente venezuelano marca uma nova fase de tensão diplomática na América Latina e levanta questionamentos sobre os próximos passos da política externa dos Estados Unidos na região. Analistas avaliam que o episódio pode impactar diretamente as relações entre governos sul-americanos e Washington.