Rodoviários de Manaus anunciam nova paralisação e convocam imprensa para detalhar greve

Redação Portal Norte

Os trabalhadores do transporte coletivo de Manaus voltaram a demonstrar insatisfação com o atraso no pagamento do 13º salário e de benefícios como cesta básica, vale-alimentação e vale-lanche. A categoria afirma que não há previsão para que esses valores sejam quitados.

Sindicato convoca imprensa e confirma mobilização

Em comunicado divulgado nas redes sociais, o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Manaus chamou a imprensa para uma coletiva em sua sede. Na ocasião, será apresentado o plano de paralisação marcado para a próxima terça-feira (9).

Segundo o presidente do sindicato, Givancir Oliveira, o movimento deve seguir por tempo indeterminado caso não haja avanços nas negociações.

“Estamos convocando toda a imprensa para se fazer presente na sede do sindicato, para falar sobre nosso movimento grevista que vamos realizar sem data para terminar. Nossas principais reivindicações são o 13º da categoria, salários e benefícios (cestas básicas, vale-alimentação e vale-lanche), que não têm data para ser pagos. Vamos para a guerra”, declarou Givancir Oliveira.

Insatisfação cresce entre trabalhadores

Nos comentários da publicação do sindicato, motoristas e cobradores demonstraram indignação com a situação. Alguns defendem que a paralisação seja imediata, enquanto outros criticam a recorrência dos atrasos.

A categoria afirma que só pretende recuar após o pagamento integral dos direitos.

Quarta paralisação apenas no segundo semestre

Caso o protesto seja iniciado, esta será a quarta greve dos rodoviários em Manaus somente no segundo semestre de 2025, evidenciando a crise entre trabalhadores, empresas e gestão do transporte público da capital.

Possível impacto no transporte público

Com a confirmação da mobilização, a expectativa é de que a rotina dos usuários do transporte público seja novamente afetada. Linhas podem operar com frota reduzida ou até ficar completamente paralisadas, dependendo da adesão dos trabalhadores.

Com informações do D24AM*