PCRR desmantela grupo e prende três suspeitos de sequestro em Rorainópolis

Redação Portal Norte

Uma operação integrada das forças de segurança de Roraima prendeu três suspeitos integrantes de um grupo criminoso acusado de tentativa de sequestro e tortura de um jovem de 18 anos em Rorainópolis.

A ofensiva ocorreu após o crime registrado na tarde de segunda-feira (24), quando os suspeitos renderam o rapaz devido a uma cobrança envolvendo um celular.

Conforme a Polícia Civil de Roraima (PCRR), os suspeitos amarraram o jovem e o colocaram à força em uma motocicleta.

Durante o trajeto, entretanto, ele viu uma oportunidade para se salvar: pulou do veículo em movimento e buscou ajuda imediatamente.

Imagens de segurança levam policiais aos suspeitos

A partir do relato da vítima, as equipes iniciaram buscas e passaram a analisar câmeras de segurança da região.

Em um dos vídeos, os investigadores identificaram com clareza o momento em que os criminosos levavam o jovem. Com essas evidências, os policiais conseguiram reconhecer os suspeitos e seguir sua trilha.

As equipes localizaram os três em uma boca de fumo em um bairro do município e coordenaram a abordagem, que prendeu o grupo sem qualquer resistência.

Apreensões reforçam suspeita de atuação criminosa

No local, os agentes apreenderam porções de cocaína, pasta base, celulares e duas motocicletas usadas no crime.

Objetos apreendidos – Foto: Reprodução / PCRR

Além disso, os agentes recolheram todo o material e o encaminharam para a Delegacia da Polícia Civil, que agora conduz os procedimentos do inquérito.

Trio é autuado por sequestro, tortura e tráfico

O delegado Wesley Costa de Oliveira, responsável pela investigação, afirmou que autuou em flagrante os suspeitos E.B., de 19 anos; A.C.B.G., de 24; e A.L. da S., de 26, pelos crimes de sequestro, tortura e tráfico de drogas.

Ação conjunta reúne quatro forças de segurança

A operação mobilizou equipes da Polícia Civil de Roraima (PCRR), Polícia Militar (PMRR), Polícia Penal (PP) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO).

Portanto, para as instituições, a ação reforça o impacto da atuação integrada no combate a organizações criminosas no interior do estado.