O garimpo ilegal na Terra Yanomami sofreu prejuízo de cerca de R$ 500 milhões com a Operação Catrimani II, coordenada pelo Ministério da Defesa e a Casa de Governo de Roraima.
O balanço divulgado na terça-feira (7) evidencia o alcance da fiscalização e a força do Estado no combate à extração ilegal de minérios.
Em 18 meses, as forças de segurança realizaram 7,4 mil ações e 40 mil abordagens, destruindo 62 pistas, 41 aeronaves, 368 embarcações e 3.560 equipamentos de mineração ilegal.

As forças de segurança desativaram 677 acampamentos e apreenderam 154 armas e 22 antenas de comunicação.
Impacto ambiental e econômico
Além disso, o combate ao garimpo inutilizou 231,4 kg de mercúrio, 269,5 litros de combustível e 160,1 kg de cassiterita.
Segundo as autoridades, essas ações não apenas prejudicam financeiramente os garimpeiros ilegais, mas também reduzem danos ambientais e protegem as comunidades indígenas.
Estado reforça controle em áreas remotas
Em resumo, a Catrimani II reforça a presença do Estado em regiões de difícil acesso e evidencia a coordenação entre diferentes órgãos governamentais para combater crimes ambientais.