Polícia Civil do TO prende quatro suspeitos de atentado que feriu criança de 5 anos em Palmas; ataque era contra o irmão

Redação Portal Norte

Em uma operação da Polícia Civil de Palmas (PCTO) quatro pessoas, sendo três homens e uma mulher, foram presas por suspeita de envolvimento em um atentado que deixou uma criança de cinco anos com um ferimento na cabeça.

O incidente ocorreu em janeiro de 2025, no Setor Água Fria, região norte da capital, e, felizmente, a menina sobreviveu após ser levada ao Hospital Geral de Palmas (HGP).

As investigações apontam que o verdadeiro alvo dos criminosos era o irmão mais velho da criança. Os suspeitos foram identificados como um casal de 34 e 32 anos, e mais dois homens, de 41 e 25 anos.

Eles estão sendo investigados por tentativa de homicídio qualificado e associação criminosa.

Motivação e Crime

O ataque foi motivado por uma desavença anterior. Em dezembro de 2024, o tio da menina foi baleado, e familiares culparam o casal suspeito nas redes sociais.

As publicações teriam provocado a ira do casal, que decidiu se vingar, mirando no irmão mais velho da criança, suposto autor das postagens.

O pai da vítima chegou a relatar à polícia que acreditava que seu outro filho era o alvo.

Câmeras de segurança flagraram o momento do crime: uma moto se aproximou da residência da família, enquanto outra moto passava.

Duas pessoas nesta segunda moto efetuaram os disparos, fazendo com que a família corresse em busca de abrigo.

Papel de cada suspeito

A polícia detalhou a participação de cada um no crime:

  • O homem de 34 anos e sua companheira de 32 são considerados os idealizadores do plano. Ele teria sido o atirador, enquanto ela agiu como motorista de um carro de fuga.
  • A mulher estaria com seus dois filhos menores no veículo para tentar evitar suspeitas em caso de uma abordagem policial.
  • O homem de 41 anos é suspeito de fornecer a arma usada no ataque.
  • O homem de 25 anos é apontado como o piloto da moto no momento dos disparos.

A Polícia Civil de Tocantins divulgou as prisões, mas os nomes dos suspeitos não foram revelados, impossibilitando o contato com a defesa de cada um.