Em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador e ex-vice-presidente General Hamilton Mourão (Republicanos-RS) se posicionou a respeito da prisão domiciliar, determinada na segunda-feira (4) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Para ele, a prisão é “fruto da insegurança jurídica semeada por quem deveria zelar por uma Justiça imparcial”.
Mourão afirma que Bolsonaro não representa algo ruim e que o que acontece são ações excessivas.
“Bolsonaro não é ameaça para nada e nem foi condenado por nada! Os excessos, as injustiças e o autoritarismo judicial só instigam ainda mais o ódio e a divisão social, contribuindo para a instabilidade do País”, expressou.
A prisão domiciliar imposta ao Presidente Jair Bolsonaro é fruto da insegurança jurídica semeada por quem deveria zelar por uma Justiça imparcial.
— General Hamilton Mourão (@GeneralMourao) August 4, 2025
Bolsonaro não é ameaça para nada e nem foi condenado por nada!
Os excessos, as injustiças e o autoritarismo judicial só instigam…
Defesa
Em março, o ex-vice-presidente concedeu entrevista ao Grupo Norte de Comunicação e estabeleceu que o que na época ocorria com Bolsonaro, como denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), era inconsciente.
“Tem muita coisa no processo que está no terreno da fantasia. Existem discursos e meras conversas no WhatsApp, mas sem nenhum tipo de ação efetiva no sentido de atentar contra às instituições, então eu vejo um processo um tanto quanto viciado”, expressou.
Mourão defendeu a postura de Bolsonaro, com foco na Constituição Federal.
“O presidente Bolsonaro, ao longo de todo o período dele, sempre deixou claro que trabalharia dentro daquilo que ele chamava das quatro linhas da Constituição. Há uma perseguição em cima da pessoa dele, como se fosse alguém nocivo à democracia brasileira, coisa que ele não é”, argumentou.