A Prefeitura de Paraíso Tocantins, através da Secretaria Municipal de Saúde, está em alerta máximo e reforça a importância da vacinação contra o sarampo. Isso porque o Tocantins registra novos casos da doença, especialmente em Campos Lindos, onde nove foram confirmados e dois estão sob investigação.
Para discutir a situação emergencial, o secretário de Saúde de Paraíso, Arllérico André, participou na última segunda-feira (28) em Palmas do Seminário Macrorregional de Imersão sobre Sarampo.
O evento, organizado pelo Governo do Tocantins em parceria com o Ministério da Saúde, reuniu profissionais de saúde para alinhar estratégias e atualizar as equipes sobre o cenário epidemiológico da doença.
“Participamos de uma reunião de caráter emergencial porque o sarampo é uma doença com grande capacidade de contaminação.
Sarampo importado por caminhoneiro gera casos em família não vacinada
Todos os casos confirmados estão dentro de um mesmo grupo familiar que não havia se vacinado. É um caso de sarampo importado, em que o patriarca da família é caminhoneiro e estava na Bolívia”, explicou Arllérico André.
Vacina disponível e sintomas para ficar atento
O secretário enfatiza que a vacina é a principal forma de prevenção e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Paraíso do Tocantins. Os sintomas mais comuns observados nos pacientes são: febre alta, tosse, conjuntivite e coriza.
Arllérico André destaca que a vacina contra o sarampo faz parte do calendário básico de imunização e é crucial que todos estejam com o cartão de vacinação em dia.
“Todas as unidades básicas de saúde de Paraíso estão abastecidas com a vacina tríplice viral, que previne contra o sarampo, caxumba e rubéola. É uma ação de responsabilidade coletiva. Manter o cartão de vacinação em dia é proteger a si mesmo e aos outros”, completou.
Vacina disponível e sintomas para ficar atento
A Secretaria Municipal de Saúde de Paraíso do Tocantins ressalta que a vacinação é fundamental para os seguintes grupos:
- Crianças e jovens de 12 meses a 29 anos: duas doses da tríplice viral.
- Adultos de 30 a 59 anos: pelo menos uma dose.
- Trabalhadores da saúde: duas doses obrigatórias, independentemente da idade.