Testemunhas de defesa na Ação Penal que apura envolvimento de nove militares e um policial federal no chamado Núcleo 3 da tentativa de golpe de Estado começam a ser ouvidas na manhã desta segunda-feira (21) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
As audiências serão realizadas até o dia 23 de julho, por meio de videoconferência.
Ainda serão ouvidas as últimas testemunhas de defesa do Núcleo 2. Elas são conduzidas pelo gabinete do relator das ações, ministro Alexandre de Moraes.
Advogados de defesa fazem perguntas às testemunhas, que também podem ser questionadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
No dia 2 de junho, o STF escutou a última testemunha da fase do processo contra o “Núcleo 1”, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para encerrar, o senador e ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL-RN) falou à Suprema Corte.
Réus na jogada
Na quinta-feira (24), está marcado o interrogatório dos réus do Núcleo 4. O grupo é formado por pessoas acusadas de espalhar notícias falsas e atacar instituições e autoridades.
São elas:
- Ailton Moraes Barros (ex-major do Exército);
- Ângelo Denicoli (major da reserva do Exército);
- Giancarlo Rodrigues (subtenente do Exército);
- Guilherme Almeida (tenente-coronel do Exército);
- Reginaldo Abreu (coronel do Exército);
- Marcelo Bormevet (agente da Polícia Federal);
- Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal).
Os depoimentos serão feitos também por videoconferência.