O Ministério dos Portos e Aeroportos anunciou que, a partir de agosto, iniciará negociações com companhias aéreas e parlamentares da Bancada do Norte para ampliar as rotas aéreas no Amazonas e outras regiões.
O anúncio foi feito durante reunião, nesta terça-feira (15), entre o ministro Silvio Costa Filho e o deputado federal Sidney Leite (PSD-AM), que coordena a Bancada do Norte.

O objetivo é criar novas rotas integrando cidades do Amazonas, Pará, Acre e Rondônia, impulsionando o turismo e a economia local.
Leite destacou a importância de voos regulares entre cidades estratégicas e reforçou que o Governo Federal já está avançando na melhoria da infraestrutura aeroportuária por meio do projeto “Ampliar”.
Novas rotas aéreas no Amazonas
Na primeira fase, 19 aeroportos de pequeno porte em todo o Brasil serão contemplados, sendo nove na Amazônia Legal. Entre os selecionados estão:
- Parintins, Barcelos e Itacoatiara (AM)
- Araguaína (TO)
- Cacoal (RO)
“São cidades estratégicas para o desenvolvimento regional e que necessitam urgentemente de infraestrutura aeroportuária para atender não só o fluxo local, mas também fomentar o turismo e o comércio interestadual”, disse Sidney Leite.
Região Norte como hub logístico e turístico
O ministro Silvio Costa Filho ressaltou que a Amazônia é uma região prioritária para o Brasil, com potencial para se tornar um grande hub logístico, além de impulsionar o turismo de negócios e lazer.

“O Norte do país é mais do que nunca estratégico. Precisamos focar no turismo e transformar os estados num polo de escoamento da produção para toda a América do Sul, gerando desenvolvimento, emprego e renda”, declarou.
Também participaram do encontro os deputados Silvia Cristina, Gabriel Motta, Airton Faleiro, Defensor Stélio Dener, Alexandre Guimarães e Henderson Pinto.
Próximos passos
As tratativas devem começar em agosto, com foco em rotas que conectem cidades do interior a capitais e outros estados, facilitando o transporte de passageiros e cargas.
A expectativa é que as novas conexões estimulem a economia regional e atraiam mais investimentos para a Amazônia.