Fim do exame toxicológico para CNH de motos e carros? Entenda o que muda

Redação Portal Norte

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a obrigatoriedade do exame toxicológico para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A e B — voltadas a condutores de motos e carros de passeio.

Com a decisão, as regras atuais seguem inalteradas, e o teste continua exigido apenas para motoristas profissionais das categorias C, D e E.

Por que Lula vetou o exame toxicológico para A e B?

A proposta de ampliar o exame a condutores das categorias A e B gerou debate no Congresso. O governo justificou o veto com base em dois argumentos:

  • Impacto financeiro sobre a população, sobretudo entre os que buscam a primeira habilitação;
  • Falta de evidências técnicas sobre a necessidade do exame para motoristas não profissionais.

Com o veto, candidatos à CNH seguem obrigados apenas aos exames tradicionais: avaliação psicológica, exame médico e prova prática.

Exame continua obrigatório para profissionais

A obrigatoriedade do exame toxicológico segue válida para condutores das categorias C, D e E, que dirigem caminhões, ônibus e veículos de transporte coletivo.

Nesses casos, o exame deve ser renovado a cada 2 anos e meio, mesmo que o motorista ainda não tenha atingido o prazo de renovação da CNH.