O homem suspeito de atropelar Juliana Chaar Marçal, de 36 anos, ainda não foi preso. O atropelamento aconteceu há mais de uma semana, no dia 21 de junho, e resultou na morte da servidora pública do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC).
O suspeito de atropela Juliana Chaar Marçal é Diego Luiz Gois Passo, apontado como o motorista da caminhonete que a atingiu. Ele está foragido desde o dia 21 de junho, data do crime.
O atropelamento aconteceu por volta das 5h48 da manhã, em frente à casa noturna Dibuteco, localizada no bairro Isaura Parente, em Rio Branco. Juliana recebeu socorro e seguiu para Pronto Socorro da capital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
Suspeito de atropelar servidora pública fugiu do local
De acordo com a Polícia Civil, o atropelamento ocorreu durante um tumulto envolvendo várias pessoas, na saída do bar. Imagens de segurança registraram o momento em que uma caminhonete preta avança e atinge Juliana. A partir desses registros, a justiça solicitou o mandado de prisão temporária do suspeito de atropelar Juliana Chaar Marçal.
No dia seguinte à fatalidade, a Justiça do Acre decretou a prisão de Diego. No entanto, ele não se apresentou. Além disso, as autoridades também não o encontraram. A defesa do acusado afirma que ele só vai se entregar caso a Justiça revogue o mandado.
Em entrevista, o advogado Felipe Munoz, que representa Diego, declarou que ainda aguarda uma decisão judicial. Caso o pedido de revogação da prisão seja negado, a defesa pretende entrar com um habeas corpus. Por enquanto, não há previsão de quando o suspeito será localizado.
Do outro lado, a família da vítima busca por justiça. De acordo com o advogado e primo de Juliana, Vandré Prado, a defesa do suspeito de atropelar a servidora pública tenta criar uma narrativa paralela. Contudo, há um mandado em aberto, ou seja, o suspeito deve ir preso.
De acordo com os advogados de Diego, o suspeito não teria percebido a presença de Juliana no momento do impacto. Eles alegam que ele tentou voltar para prestar socorro, mas ficou assustado com a aglomeração e fugiu do local.
Enquanto isso, familiares e amigos da vítima aguardam respostas e esperam que o responsável pelo atropelamento vá a julgamento. A investigação segue em andamento.