O resultado da apuração da 58ª edição do Festival de Parintins definiu que o boi Garantido é o campeão de 2025! Depois de três anos sem atualizar a estante de troféus, a agremiação conquistou finalmente o 33º título.
O Garantido foi declarado campeão com 1.259,1 pontos, superando o contrário, que fechou com 1.258,6 pontos, uma diferença de 0,5 décimos. Além disso, o boi do coração venceu as três noites de disputa.
| Noite 1 | Noite 2 | Noite 3 | |
| Boi Garantido | 419,8 | 419,5 | 419,8 |
| Contrário | 419,6 | 419,3 | 419,7 |
Neste ano, o touro branco apresentou o tema “Boi do Povo, Boi do Povão”, falando sobre sua origem e sua conexão com a comunidade. Com o mesmo título, a agremiação lançou um álbum musical aclamado pelo público, conquistando milhões de plays.
Tudo isso preparou o terreno para o desfecho favorável, com a vitória do boi da Baixa da Xanda, primeiro quilombo reconhecido de Parintins. Com a conquista, Garantido barra o tetracampeonato do “boi contrário”, Caprichoso.
Para celebrar o triunfo da agremiação, o Portal Norte separou os seus melhores momentos na arena.
Garantido vence o Festival de Parintins 2025
O caminho do bumbá até o 33º título foi marcado por estreias e por imponentes alegorias, surpreendendo quem o acompanhou nos últimos anos. Além disso, o boi Garantido exaltou os povos indígenas e seu uniu à luta na arena.
Lívia Christina e Jéveny estreiam na arena
Apesar de veterana, Lívia Christina entrou na arena do Festival de Parintins 2025 em um novo item. Antes da temporada deste ano, a jovem defendia o pavilhão como “Porta-Estandarte, entretanto, agora, disputa como “Rainha do Folclore”.
Com a troca, quem assume como “Porta-Estandarte” é Jéveny.
Manto Tupinambá
Outro momento de grande emoção foi a homenagem ao Manto Tupinambá, com representantes do povo de Olivença (BA) no Bumbódromo.

A líder indígena Maria Valdelice, filha de Amotara Tupinambá, reforçou o pedido de devolução do manto ao território indígena original, após mais de 380 anos fora do país.
Boi Garantido de 1978

Na segunda noite, o Amo do Boi Garantido, João Paulo Faria, relembrou o boi de 1978 em um verso de desafio, alfinetando o boi rival, Caprichoso, por suposta imitação de inovações tecnológicas como o mugido e os movimentos do pescoço.

