Na capital federal, os ipês dão cor às ruas da cidade, sejam eles roxos, brancos ou amarelos, que marcam o início da seca brasiliense.
Sobre as árvores que dão vida ao dia a dia, o Grupo Norte de Comunicação conversou com o engenheiro ambiental da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Leonardo Rangel.
O especialista explicou que apesar da diversidade de cores, cada uma delas tem um momento específico para florescer. Rangel disse que a ordem certa é:
- Roxo;
- Amarelo;
- Rosa e branco;
- Verde.
Apesar de raro, ele conta que o ipê verde é comum do cerrado e que existem resquícios em parques como o da Cidade e Olhos D ‘água, além de quadras da Asa Norte.
“Uma diversidade de cores, que proporcionam, de junho a setembro, uma paleta de cores”, destaca.

Paciência no cultivo
O engenheiro salientou que para quem desejar plantar a espécie, é preciso paciência e espaço grande. De acordo com ele, um ipê pode chegar a 20 metros, com florescimento total em até 20 anos.
“Cuidado e paciência trarão um ipê florido, proveniente de sementes e mudas. Não são apenas árvores bonitas, mas também representam a resiliência do cerrado e a identidade de Brasília”, expressou.