O senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou na manhã desta quarta-feira (19) a denúncia feita na última terça-feira (18) pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente.
“Essa é uma grande perseguição política que ele vem sofrendo. Faço crítica a esse grande circo probatório que vem sendo construído contra o presidente Bolsonaro desde o dia 1º de janeiro de 2019, quando ele assumiu a presidência da república”, disse.
Flávio Bolsonaro descartou vontade de seu pai em impor regimes políticos drásticos. “As pessoas impregnadas pelo ouvido acham que Bolsonaro pretende implantar uma ditadura no Brasil e vêm criando diversas armadilhas para tentar colocar uma espécie de guizo no presidente Bolsonaro para evitar que ele faça um absurdo desse”, afirmou.
Para o senador, a ação do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, visa agradar o presidente Lula (PT).
“Essa é uma denúncia completamente vazia. Eu lamento que o Procurador-Geral da República tenha feito um jogo que interessa muito ao presidente Lula, pois não existem provas. Só quem é leigo não percebe que esse é o tipo de denúncia que vem com condenação pronta muito antes até das investigações”, explicou.
O filho do presidente sugeriu ainda que a PGR se baseou em “projeto de Estado de Sítio, que seria enviado, supostamente, ao Congresso Nacional”.
Confiança para 2026
Mesmo inelegível e agora com denúncia, o senador não tem dúvidas de que seu pai será o nome a ser eleito em 2026. Flávio Bolsonaro mencionou pesquisa que aponta vitória do ex-presidente sobre Lula, divulgada na última terça-feira (18).
“Bolsonaro aparece com quase cinco pontos na frente do Lula e, inclusive, a Michelle Bolsonaro ganharia de Lula no segundo turno. Ele vai voltar a ser presidente deste país. Ele vai fazer inscrição de candidatura no TSE, vai ser deferida, vai ser candidato e vai ser presidente eleito em primeiro turno em 2026”, expressou.
*Com informações da CNN