Caso Jerusa: perita conta que foi acionada para fazer registro de um suicídio, mas logo percebeu que se tratava de homicídio

Testemunha afirma que cena de crime inicialmente tratada como suicídio era, na verdade, um homicídio.
Redação Portal Norte

A perita da Polícia Civil do Estado do Amazonas Gisele Moreira foi a primeiro testemunha ouvida, nesta quinta-feira, 2, no primeio dia do julgamento do réu Ivan Rodrigues Chagas, acusado de matar a companheira, Jerusa Helena Torres Nakamine, em abril de 2018.

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A perita contou que no dia do crime ela foi acionada para fazer o registro de uma cena de suicídio. Mas que ao chegar no local do crime, percebeu logo que se tratava de uma cena de homicídio.

O depoimento de Gisele iniciou às 10h e durou cerca de duas horas e meia. A perita respondeu aos questionamentos das promotoras de Justiça, do assistente de acusação e dos advogados de defesa.

Após o intervalo do almoço, o júri foi retomado. Nesta tarde, é a vez do delegado Carlos Augusto Monteiro, que conduziu o inquérito policial que investigou o crime, prestar depoimento.

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Relembre o crime

De acordo com inquérito policial, Ivan Rodrigues confessou ter matado a companheira Jerusa Helena no dia 12 de abril, por volta das 5h30, na casa em que o casal morava, no conjunto Campos Elísios, Zona Centro-Oeste de Manaus. A vítima foi morta a facadas.

 “Segundo consta no incluso inquérito policial, o casal se encontrava em processo de separação, com acusações mútuas de traições. Havia considerável patrimônio a ser partilhado. Ainda de acordo com o que consta nos autos, o motivo do crime foi ciúmes e tentativa de obter vantagem econômica ao evitar a partilha de bens”, registra trecho da denúncia oferecida pelo MP.

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